CRCES reúne-se com o novo Secretário de Estado da Fazenda

Na tarde de segunda-feira (14/1), os representantes do Conselho Regional de Contabilidade do Espírito Santo (CRCES) fizeram uma visita institucional ao novo secretário da Fazenda, Rogelio Pegoretti Caetano Amorim.

O encontro aconteceu na SEFAZ, o presidente do CRCES, Roberto Schulze acompanhado do vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina, Reinaldo Marques e do conselheiro do CFC, Carlos Barcellos Damasceno participaram da reunião que teve como objetivo reafirmar a parceria entre as duas entidades e também desejar ao novo secretário êxito pleno no desempenho do exercício dessa importante missão.

Na ocasião, os representantes do Conselho reforçaram a importância da atuação em conjunto, em trabalhos de incentivo as ferramentas tecnológicas que proporcionam cruzamentos de dados das empresas. Outra questão em pauta foi sobre a informação que a Receita Federal (RF) já identificou muitos casos, em todo o País, de empresas com Faturamento maior que o limite estariam aproveitando as facilidades do MEI para tirar proveito.

O CRCES parabenizou a SEFAZ pela extinção da obrigatoriedade da entrega do Documento de Informações Econômico Fiscais (DIEF), iniciativa para reduzir a burocracia e os custos para os empresários capixabas e melhorar o ambiente de negócios no Espírito Santo.

O secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti, destacou a importância da medida para as empresas capixabas. “Dando continuidade às ações de desburocratização da Sefaz, essa é uma importante realização para esse fim, principalmente, das obrigações acessórias dos contribuintes. O que queremos e vamos fazer é simplificar cada vez mais a relação entre empresas e o Fisco Estadual, fomentando o empreendedorismo e a consequente geração de empregos”, disse.

 

O presidente do CRCES aproveitou o ensejo para cumprimentar a equipe da Sefaz que tem ouvido as reivindicações e sugestões para a melhoria da atividade contábil, promovendo a aproximação com a classe contábil e fortalecendo a parceria já existente entre as entidades, consequentemente, quem sai ganhando é a sociedade, o cidadão que vai receber os serviços do poder público de melhor qualidade.